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Os extraterrenos largam marcas? - Por Anna Wolff

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Os jornais e a televisão de todo o Brasil noticiaram esta semana que o Exército fincou a Bandeira do Brasil, no Pico da Neblina, ponto culminante do País. Tudo bem. Façanha. A missão histórica, no dia 20/08/1985, galgou a altura de 3.014 m, sob vento de 100 km/h e chuva permanente, o pico ainda considerado pelos índios, de Deus Poré. Ficam em nós algumas perguntas. Vamos lá: 1- Por que esse sacrifício do grupo militar, arriscar a vida escalando montanhas à temperatura de 6 graus negativos? Os helicópteros chegam tão perto... para quê? Para que tanto esforço, tanta gasolina? 2- Será que todos olharam para a gravura do pico e nada viram? Pois se você ainda tiver a gravura, olhe de novo. Ali está a cara de uma figura semelhante a um macaco. Tudo bem delineado. Os olhos, o nariz, a boca, o queixo - perfil soberbo. Capricho da natureza? Então olhe mais. Você verá sucessivos perfis menores, basta voltear a fotografia, como se um perfil emendasse o outro. Exclusão feita à natureza, quem mais ...

Marcus Góes - Dom João: o trópico coroado

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O escritor que tem paixão pelo tema de sua obra - e transmite este ardor na sua síntese, análise. É assim que leva o leitor a se empolgar e a se interessar em conhecer a verdade sobre a vida de Dom João VI e as origens do nosso país. Tudo começa com as pesquisas que o pai dele, professor de história, realiza. O exemplo do pai o levou a fazer suas próprias buscas, sem os estereótipos que são divulgados nos livros de história desde a nossa juventude. Não é o que "parece", é o que de fato acontece - assim o escritor nos envolve no enredo que compõe o rumo de Dom João VI - e o começo do Brasil como identidade própria. Causa admiração e orgulho de termos estes primórdios tão bem delineados, que incentiva a prosseguir a leitura. Deixa de pertencer a "fatos históricos" para embrenhar na aventura de uma nação que começa a se autodefinir como um país independente. Recomendo plenamente a leitura - você vai avançar rapidamente nas páginas iniciais. Aí já sabe: vai gostar de le...

Anna Wolff no Rio Grande do Sul em 1997

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TVCOM, Lauro Quadros,15-12-1997: Rádio Porto Alegre: RBS, 04/12/1997: Hotel Continental, 03/12/1997: Ao Jornal Zero Hora: Ao Sr. Rogério Carbonera: Nossa homenagem à Vania Wolff, assessora de imprensa de Anna Wolff. Todos os programas em que Anna apareceu foram resultados do trabalho de assessoria de Vânia. Manuscrito de Anna Wolff (pseudônimo para seus livros, mas nas TVs se apresentava com seu nome natural) "Que brasileiros podem ser citados no Guiness Book? E sabe porque não são mais reconhecidos? Por uma atitude complacente de pouco interesse por nossos próprios valores. Assim não acha justo que chegou o momento de sacudirmos a poeira e de focalizarmos com clareza o que lá fora o mundo aplaude? Imagine que Edgar Cayce, americano clarividente, com 60% de acerto em suas clarividências, é hoje referido em versículos tipo Bíblia... Sou Ana Maria Wolff com clarividências apresentadas em todas as TVs nacionais, com acerto total. Vaidade? Não. É a pura realidade. Realidade que os fat...

Porque "Super" El Niño? Descubra aqui a surpreendente resposta

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"Imagina uma piscina gigante de água quente boiando no meio do Oceano Pacífico. Só que ela não é uma piscina qualquer. Ela é do tamanho de um continente. Ela está se movendo agora em direção ao Brasil-sil-sil. E quando ela chegar aqui, o sul do país vai se afogar em chuva. O norte vai pegar fogo. A Etiópia vai passar necessidade e fome. E o preço da comida do mundo inteiro vai disparar". O professor para e reflete: "Jean, isso é Hollywood. Isso é filme apocalíptico hollywoodiano." E ele mesmo declara: "Isso não é teoria. Está acontecendo agora. E quase ninguém da televisão brasileira, da mídia, está avisando as pessoas de que isso vai acontecer. Porque isso já está sendo publicado nas revistas científicas do mundo todo. E eu vim mostrar isso em detalhes. Meu nome é Jean, mais conhecido na internet como Jean Grafia. Este é o canal Gabarita Geo. O Pacífico Equatorial está aquecendo. E o que vem por aí é o pior evento climático da história moderna, confirmado pela...

Sair da crise: só por um passe de mágica

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Entrevista para a revista Diretor Lojista, em agosto de 1988. “Só se eu tivesse uma bola de cristal." Inúmeras vezes, esta foi a resposta de nossos entrevistados quando perguntávamos sobre as perspectivas, a curto prazo, para o País. Já há algum tempo, é praticamente impossível prever o que acontecerá nos campos econômico e político brasileiros, pois, de um dia para o outro, as coisas tomam um rumo completamente inverso ao esperado. Isto se reflete, inclusive, no trabalho de uma publicação mensal como a nossa, que, da apuração das matérias até a saída da gráfica, pode estar um pouco desatualizada, pois o cenário nacional se modificou. Haverá um novo congelamento? Quando sairemos da atual crise? Quais serão as próximas medidas do governo? Quando será realmente promulgada a Constituição? Estas indagações, infelizmente, não podem ser solucionadas nem mesmo pelos melhores especialistas econômicos e políticos, uma vez que tudo pode acontecer no Brasil. Diante disso, não é de se estranh...

Cara-metade-laranja. Como interpretar?

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Cara-metade-laranja Só é cara porque é a metade!  Ninguém compra metade de laranja.  Significa: só aproveita a metade?  Ou significa que é cara a meta da laranja?  Custa caro ou é a prezada cara-metade de um “laranja”?  Assim são os negócios: mil interpretações para um só caminho. Previsões com Ana Maria Wolff: exatas! Você viu em todas as TVs.  Esclareça as alternativas com Ana Maria Wolff. Saber enxergar as oportunidades. Saber o que é melhor para os seus negócios: previsões. Cascão de laranja. Seu lucro está na casca?  Descasque essa! Este texto foi publicado em jornal de negócios como anúncio, em 1988. Anna Wolff, quando começou a escrever somente em inglês, adotou este nome - para ficar mais adequado à área internacional. Na época em que ela fazia previsões, ela era conhecida como seu nome natural, Ana Maria Wolff. // O texto a seguir foi solicitado para Anna falar sobre o seu trabalho por uma revista de negócios. O MISTÉRIO E A MAGIA NA FALA DOS ...

"Eu" e a representação de "eu mesmo"

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Matheus Sodré, um rapaz inteligente que conversa sobre o mundo digital, a cultura e o futuro.  Em 30 de março, ele apresentou um tema bem provocativo. O fim dos influenciadores e a era pós-redes sociais. E ele pergunta: vocês estão conscientes de quão hiper-real a IA já se tornou? O que acontece quando eu já não preciso mais me auto-registrar para alimentar a máquina? Então eu consigo me "escalar". Imagine - você não depende mais de si próprio para alimentar seus vídeos nas redes sociais. A IA já tem todos os dados suficientes para que eu possa me reinventar, me duplicar e me quadruplicar. Nesse caso, qual vai ser a diferença entre "eu" (eu de verdade) e um influenciador digital totalmente criado por IA - de mim mesmo? Ouvindo, perplexa, essas considerações, lembrei da poesia de Mário de Sá-Carneiro de título "Eu não sou eu, nem o outro". Então eu proponho as seguintes perguntas:  Será que as pessoas vão ficar deprimidas ao se deparar com a duplicação de s...