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Três olhares sobre o amor na literatura: Virginia Woolf, Lya Luft e Anna Wolff

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Uma comparação possível é com o clássico Mrs. Dalloway , de Virginia Woolf , publicado em 1925 e considerado um marco de maturidade na obra da autora. O romance acompanha um único dia na vida de uma mulher da alta sociedade londrina e constrói um tempo simbólico em que presente e passado, vida e morte, sanidade e fragilidade emocional se entrelaçam. Anna Wolff e seu marido, Arno Wolff, em 1990 Em outra direção, Maria – Mosaicos de Vida , de Anna Wolff , traz uma narrativa profundamente ligada ao Brasil e à identidade de quem somos. É uma história bem contada, capaz de envolver o leitor desde as primeiras páginas — daquelas que despertam a sensação de: “peguei para ler e não consegui largar”. Ao abordar questões fundamentais da condição humana, a obra tem potencial para dialogar com um público exigente e amante de literatura. Também pode ser comparada ao livro O silêncio dos amantes , de Lya Luft , elogiado pela agente literária Luciana Villas-Boas . Nessa obra, composta por contos, s...

Apreciação sobre a obra Maria - Mosaicos da vida, da autora Anna Wolff, comentado por Sandra Barbosa

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Uma visão peculiar de Anna Wolff perante os anseios humanos e seus embates emocionais. Entremeada de uma postura de sutil crítica a costumes e ideias vigentes na sociedade. No texto de Anna Wolff há um realismo e muito afeto nas entrelinhas, acentuados em episódios com o personagem determinante na primeira história.  A seguir, o protagonismo é único e assertivo, com a necessária densidade descritiva para nos impressionar como sendo fato de vida real, revisados pelo critério do afeto. A estrutura da obra apresenta uma boa organização do conteúdo, com o desenvolvimento lógico das situações, relato que oferece uma experiência concisa e direta.  O estilo é caracterizado pela sensibilidade com que se desenrola as peculiaridades psicológicas dos personagens. Em linguagem clara e poética, a leitura conduz a uma imersão nas emoções e dilemas enfrentados pelos personagens. A autora usa de estratégia narrativa e discursiva direta. Há vivacidade rítmica e sintática: os diálogos são cenas...

Nasce uma escritora

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Aninha Anna Wolff veio ao mundo num lar de muito amor. Seus pais se casaram no Paraná, intensamente apaixonados. A mãe, muito linda, porém extremamente ciumenta. O pai era um tipo sério, usava um óculos redondinho que lhe dava um ar circunspecto, por isso mesmo… mais sedutor! Aninha logo que aprendeu a andar, sentia uma imensa curiosidade de conhecer o mundo. Um dia abriu o portão da casa, saiu andando por aquela praça movimentada de Curitiba, para “descobrir o que há lá fora”. Um policial, ao se deparar com aquele pequenino ser, perambulando sozinho, colocou-a em seu ombro e levou-a de volta para casa. Um susto! Mamãe vendo sua joia preciosa chegando assim, gritou: “Mas Aninha, aonde você foi??”. Um abraço apertado, repleto de beijinhos, lhe envolveu.  Anna aos 5 anos Logo eles se mudaram para o Rio de Janeiro. O papai dela queria se formar em Direito. Ele já estava com 40 anos! E para conseguir casa, foram morar na distante Lagoa Rodrigo de Freitas. Aninha morria de medo do matag...

Você sente solidão?

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ilustração de Tati Faleiros Conversa de mãe por Anna Wolff Vamos conversar hoje sobre um assunto que nos emociona e diz respeito, muitas vezes, à toda nossa estrutura de vida - a solidão. Há uma diferença muito grande entre ser só e ser solitário. Ser solitário é aquela sensação esmagante, uma angústia que a dimensão do nosso eu não pode conter. É a ideia que temos e que não há quem se importe de ouvi-la. Essa percepção não será dividida com ninguém. É a alegria de um momento bom que não temos ninguém para compartilhar. Então esta alegria se converte em tristeza e aquele sentimento opressivo esmaga a gente dentro de nós… Quem se importa? E porque é tão importante que outros se importem conosco? Ah, pensamos - e só nós que sabemos - quanto amor há para ser dado, sufocado numa aparente indiferença… Isto sem falar no anseio sexual que, para muitos de nós, é insuportável - então vamos buscando várias formas de alívio - outros seres tão solitários como nós e que nada querem conosco senão u...

Trajetória de Anna Wolff nos meios de comunicação

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Anna Wolff Apresenta: ATIVIDADES COMO LOCUTORA Todos programas são de sua criação e apresentação 1960/63 –Programa diário na Radio Vacaria-R. G.S. 1969- Programa diário na Radio Jundiaí 1970- Gravação 13 horas (áudio visual) do curso de sua autoria Ok-Tradutor Intérprete 1971- Gravação de quatro horas do seu Curso de Vendas-nível básico: “A venda já nasce feita”. 1972- Gravação em estúdio profissional de audiovisuais comerciais (com sua redação), junto com mais quatro vozes do cinema brasileiro. Para as seguintes empresas: ACM; EMPRESA TELEFÔNICA BRASILEIRA; IMPORGRAF; FUNDIÇÃO BRASIL; RELÓGIOS VEGLIA; ROTEX. 1973- Gravação em estúdio de poesias do seu livro “VERSOS EM BUSCA DE MÚSICA”. 1975/76- Programa na Rádio Friburgo, diariamente às 15 horas. Este programa recebeu “menção honrosa”, por unanimidade, da Câmara Municipal de N. Friburgo. Apresentando os seguintes conteúdos, de sua autoria: ·      ...