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O misterioso momento de uma percepção de futuro e a comprovação anos depois

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Uma previsão de futuro sobre a TV e o programa em que Anna foi entrevistada. Achei essa página manuscrita por Anna com a previsão para a TV Record, da produtora Regina Helou. O que Anna diz? Veja aqui a resposta. Para este programa ter sucesso e ir em frente, é necessário: 1) Abordar temas dirigidos, objetivos e subjetivos, mas para um público definido. 2) Maior elaboração para fazer face à concorrência de horário. 3) Mais entrosamento na equipe, nos ideais a atingir. Isso será conseguido por compreensão e paciência com as falhas, ao invés de ataques ou palavras rudes. 4) Criar uma base de segurança para quem atua na rua. 5) E ainda severa fiscalização no tudo que se refere à composição do programa.  Anna resume sua percepção assim: "Buscar uma linha de firme autenticidade, sem se basear em moldes correlatos". Hoje sabe-se que os destaques desse programa, dentro do contexto daquela época, é que a produção era toda da equipe da própria TV, dentro dos próprios estúdios na emiss...

Como você entende que descobriu sua missão na vida?

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Anna Wolff recebeu esta mensagem, que foi o nortear de toda a sua vida - na carreira de escritora e nas suas percepções: Que seu coração encontre abrigo na meditação e na paz. Na paz do ser é onde se faz o encontro divino entre a natureza humana e a criação.  Paz. Que todas as aflições sejam removidas pelo pensamento maior da paz. Então o seu cérebro, como o cérebro límpido de uma criança, róseo como um botão de rosa, é banhado pela luz do entendimento.  Possa então seu cérebro ser suavemente penetrado pela luz, pelo contentamento de toda natureza que se transforma. Assim as transformações sofridas possam ser acolhidas como verdades banhando o ápice da rosa, enchendo-se de luz e vida. A transformação do botão será o abrir as pétalas e agradecer com o perfume do seu aroma, abençoando e devolvendo o bem recebido. Assim: esta é a sua missão. Missão de paz. Siga sem pensar quando a rosa irá desabrochar. Siga sem pensar quando a compreensão irá se transformar em agradecimentos....

O estilo literário - Professor Gurgel

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Ele dá aulas sobre escrita, mas escreve tão bem que sua aula já é uma peça literária e inesquecível. Confira um resumo: O estilo é a voz singular de cada indivíduo, e o ego de sua consciência que se revela na maneira única de ver e de sentir o mundo. Mais do que uma mera técnica, ou um conjunto de escolhas estéticas, o estilo é a síntese de toda a vida interior de uma pessoa . Cada escritor, ao desenvolver a sua forma de expressão, carrega consigo a marca inconfundível da sua individualidade, as suas experiências, as suas emoções, a sua sensibilidade, os seus medos, os seus preconceitos e até mesmo as suas pequenas manias (as suas idiossincrasias). Que muitas vezes passam desapercebidas pelo próprio autor. Cada traço característico é uma digital, impossível de ser copiada por outro escritor. Cada escolha de palavra, cada inflexão, cada ritmo, nasce da relação íntima entre o criador e o universo interior - e também exterior - em que ele habita . Esta conexão entre o estilo e a individua...

Veja também:

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Pequena biografia de Anna Wolff, clique aqui .

Futuro já presente - continuação

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Revisitando a trajetória de Anna Wolff, desde as origens de suas percepções e carreira literária. Aqui a ideia era fazer um projeto de filmagem, que na época era em videocassete. 20 anos de futuro - Percepções de 1978 e 1998 Continuação Apresentador: Voz em off. A seguir "A Gazeta de Vitória" jornal do Espírito Santo, publica a notícia. 8ª CENA: Câmera focaliza jornal DOCUMENTO N.5 Apresentador: Voz em off. Em julho de 79, a Folha, um dos os principais jornais do país noticia sua atuação. Também o Correio Brasiliense publica: 9ª CENA: Câmera focaliza jornal DOCUMENTO N.6  Mostra: "Parapsicóloga quer falar com o presidente" Apresentador: Voz em off, continua Bem, e o que você, Anna Wolff, queria falar com o presidente Figueredo? 10ª CENA: Câmera focaliza Anna Anna Wolff: Queria preveni-lo: "Não largue o cargo subitamente". E ainda o caso que posteriormente foi confirmado: escuta telefônica clandestina. Também a questão da saúde dele! Mais adiante eu iria mo...

O tempo é uma sucessão panorâmica de nossos estados de consciência - continuação

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Continuando a conversa, enquanto aguardávamos no carro, sobre lembranças de infância de minha mãe-escritora. Anna relata: Fato mais chocante: papai não providenciou minha certidão de nascimento. A meninada que me pedia cola, e eu esnobando porque estudava muito. No final eles passaram de ano - e eu não, porque não tinha a certidão. Eu chorava muito, fiquei muito triste. Enfim, papai me matriculou noutra escola: o Ginásio Anchieta, que já acabou, não existe mais. Eles davam, por ordem, quem era o primeiro aluno - eu recebi o boletim - eu estava em sexto lugar. Aquilo eu não gostei. Pensei: vou tirar o primeiro lugar. Consegui. Outra menina, Ana Lúcia, era filha de correligionário do Professor Villela, dono da escola. Eu gostava demais desse professor, mas tinha hábito esquisito de se automutilar. Botava um alfinete na boca e mordia a língua, porque não queria comer, não queria ter fome! Sangrava e chupava o sangue. Apesar disso, era brilhante. Eu o admirava, que inteligência soberba! E ...

O tempo é uma sucessão panorâmica de nossos estados de consciência

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Perguntei à minha mãe-escritora: Quais pessoas conheceram a sua mãe? Ela respondeu: Tio Júlio, irmão do meu pai, Fernando Gomes de Mattos.  Tio Júlio e sua esposa, Palmira. Ele gostava muito da minha mãe. Foi a unica pessoa que descreveu a morte dela, Marta Hecth Murray, com detalhes. Tia Laura, Geninha (Maria Eugênia), Guilherme (irmão do vovô). Helena (Fifia). A mãe nasceu em Caxias do Sul, perto de Ana Hecth (ou Hecht). Morreu na Praça General Osório, em Curitiba.  Eu tinha 3 anos de idade e fui passar uns tempos com Tia Chiquita, que morava em Niterói. Ela tinha duas filhas, Célia e Denise, mas já morreram. Eram da família Guaraná. (Depoimento de Anna que achei no meu caderninho, escrito em 2010, quando conversamos a primeira vez, no carro, sobre a mãe dela) O título deste artigo é uma frase da Madame Blavatsky, do seu livro A Doutrina Secreta.