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Futuro já presente - continuação

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Revisitando a trajetória de Anna Wolff, desde as origens de suas percepções e carreira literária. Aqui a ideia era fazer um projeto de filmagem, que na época era em videocassete. 20 anos de futuro - Percepções de 1978 e 1998 Continuação Apresentador: Voz em off. A seguir "A Gazeta de Vitória" jornal pensamento do GLOBO, publica a notícia 8ª CENA: Câmera focaliza jornal DOCUMENTO N.5 Apresentador: Voz em off. Em julho de 79, a Folha, um dos os principais jornais do país noticia sua atuação. Também o Correio Brasiliense publica: 9ª CENA: Câmera focaliza jornal DOCUMENTO N.6  Mostra: "Parapsicóloga quer falar com o presidente" Apresentador: Voz em off, continua Bem, e o que você, Anna Wolff, queria falar com o presidente Figueredo? 10ª CENA: Câmera focaliza Anna Anna Wolff: Queria preveni-lo: "Não largue o cargo subitamente". E ainda o caso que posteriormente foi confirmado: escuta telefônica clandestina. Também a questão da saúde dele! Mais adiante eu iria m...

O tempo é uma sucessão panorâmica de nossos estados de consciência - continuação

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Continuando a conversa, enquanto aguardávamos no carro, sobre lembranças de infância de minha mãe-escritora. Anna relata: Fato mais chocante: papai não providenciou minha certidão de nascimento. A meninada que me pedia cola, e eu esnobando porque estudava muito. No final eles passaram de ano - e eu não, porque não tinha a certidão. Eu chorava muito, fiquei muito triste. Enfim, papai me matriculou noutra escola: o Ginásio Anchieta, que já acabou, não existe mais. Eles davam, por ordem, quem era o primeiro aluno - eu recebi o boletim - eu estava em sexto lugar. Aquilo eu não gostei. Pensei: vou tirar o primeiro lugar. Consegui. Outra menina, Ana Lúcia, era filha de correligionário do Professor Villela, dono da escola. Eu gostava demais desse professor, mas tinha hábito esquisito de se automutilar. Botava um alfinete na boca e mordia a língua, porque não queria comer, não queria ter fome! Sangrava e chupava o sangue. Apesar disso, era brilhante. Eu o admirava, que inteligência soberba! E ...

O tempo é uma sucessão panorâmica de nossos estados de consciência

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Perguntei à minha mãe-escritora: Quais pessoas conheceram a sua mãe? Ela respondeu: Tio Júlio, irmão do meu pai, Fernando Gomes de Mattos.  Tio Júlio e sua esposa, Palmira. Ele gostava muito da minha mãe. Foi a unica pessoa que descreveu a morte dela, Marta Hecth Murray, com detalhes. Tia Laura, Geninha (Maria Eugênia), Guilherme (irmão do vovô). Helena (Fifia). A mãe nasceu em Caxias do Sul, perto de Ana Hecth (ou Hecht). Morreu na Praça General Osório, em Curitiba.  Eu tinha 3 anos de idade e fui passar uns tempos com Tia Chiquita, que morava em Niterói. Ela tinha duas filhas, Célia e Denise, mas já morreram. Eram da família Guaraná. (Depoimento de Anna que achei no meu caderninho, escrito em 2010, quando conversamos a primeira vez, no carro, sobre a mãe dela) O título deste artigo é uma frase da Madame Blavatsky, do seu livro A Doutrina Secreta.

Porque nosso amor deixa de nos amar de repente? Porque esse alguém a quem nos dedicamos, subitamente se atrai por outra criatura?

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Consultório sentimental Por ANNA WOLFF Sabe aquele sentimento inesperado que de repente brota em nós, sem que mesmo possamos impedir? É o ciúme! Assim, sem mais nem menos vem uma onda de calor que percorre todo o nosso ser! E a angústia desce sobre nossa face uma palidez fria... Depois, é a sensação de frustração. Uma inevitável comparação, e a gente percebe que está na pior. Porque? Este alguém que surge, tem o estranho poder de captar a atenção de quem amamos. E, então, temos algum direito sobre o ser amado, ficamos furiosos como se estivéssemos sob a influência de um mau espirito. Ah, se pudéssemos tirar de nós essa dor insuportável, esta raiva explosiva, esta ansiedade indefinida. Em nome do amor, agredimos com palavras a quem amamos, por que nos sentimos agredidos. Exigimos, o que calculamos que já perdemos. E, por que nosso amor deixa de nos amar de repente? Porque que este alguém a quem nos dedicamos, subitamente se atrai por outra criatura? Sexo, e seu apelo inadiável, ou que d...

Futuro já presente

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Revisitando a trajetória de Anna Wolff, desde as origens de suas percepções e carreira literária. Aqui a ideia era fazer um projeto de filmagem, que na época era em videocassete. 20 anos de futuro - Percepções de 1978 e 1998 1ª CENA: Câmera distante que se aproxima na medida que fala faz a apresentação Apresentador: Voz em off. Dela é palavra doce, que leva paz ao íntimo das pessoas e muito entendimento. Nasceu com dons extrassensoriais e desde criança suas percepções fugiam aos padrões objetivos da época. Com vocês a escritora e parapsicóloga ANNA WOLFF. 2ª CENA: Câmera focaliza ANNA WOLFF. ANNA WOLFF: Olá! O mistério do futuro sempre me seduziu, levando-me a uma busca incessante. Apresentador: voz em off. Seu trabalho com o público reunido em auditório começa em 12 março de 1978 com a palestra no Salão Eldorado da Prefeitura de Nova Friburgo, no Estado do Rio.  Зª CENA: Câmera focaliza JORNAL DOCUMENTO nº 1. Apresentador: Voz em off. Foi assim: as pessoas vinham chegando e sempre...

A voz é capaz de deixar as pessoas muito apaixonadas

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Vamos rever um artigo publicado em jornal , sobre o tema "A voz doce é como o sol quando nasce pela manhã". Agora é página do livro Percepção - Guia mágico de sobrevivência na selva das emoções. A voz como instrumento de sucesso Por ANNA WOLFF Volta-me aquela cena, quando falo emocionada: — Sabe o que aconteceu? — Do que se trata? — pergunta meu pai, sentado à cabeceira da imensa e pomposa mesa. Ele é um juiz de renome e não admite palavras vãs, gírias, ideias tolas e, principalmente, palavrões. — É que... — gaguejo — estive hoje na casa de uma prima-dona europeia, voz lírica belíssima. Pediu-me que cantasse em inglês. Aqui, a família composta de sete pessoas, diz em coro: — Você cantou? Então a risada foi longa e uníssona. Cada um ironizou do seu jeito. — Ah, por isso é que está chovendo com tantos relâmpagos — diz meu irmão mais velho, Eduardo. — Não teve vergonha de se mostrar tão desafinada? — Insiste minha madrasta. — Ela disse que meu timbre de voz é bom. Preciso aprend...