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Entre o ideal e a realização

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O cientista Miguel Nicolelis diz: "O cérebro precisa de história. O ser humano é a única espécie que existe que criou uma abstração para sincronizar todos com algo que não é tangível". Vamos rever um artigo publicado em jornal sobre "É preciso ter um ideal, mas qual é o segredo para alcançar meu objetivo?". Agora é página do livro Percepção - Guia mágico de sobrevivência na selva das emoções. Meu primeiro emprego Por ANA MARIA WOLFF Minha neta está toda saltitante. Fala afogueada: — Inscrevi-me num concurso de matemática e vou ganhar uma viagem para os Estados Unidos! — Espera aí! Como você fará esse concurso se não está estudando para esse fim? — Ah, eu me viro! — Pelo que entendo, também haverá prova de inglês? — É nisso que eu confio. Na escola, ninguém sabe mais inglês do que eu. Estou dando aulas para minhas colegas, e elas estão adorando o nosso curso! Meu Deus, que inexperiência! Minha mente faz uma sintonia ciclópica com meu passado. Posso ver de novo aquele...

A inflexibilidade e a disciplina

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Vamos rever um artigo publicado em jornal sobre o tema dos laços de intercomunicação na família. Agora é página do livro Percepção - Guia mágico de sobrevivência na selva das emoções. Educação severa ou maldade? Por ANNA WOLFF O cliente desabafa: — Não me saem da cabeça as palavras que meu filho me diz! Nem sei mais se ainda gosto dele. Deus que me perdoe! — Naquele momento, ele pinta um quadro de total agressividade entre ele e o filho. Reclama das tatuagens, dos piercings, das roupas desestruturadas e da falta de atitude do filho para o trabalho. Enquanto ele, homem rico, esforça-se ao máximo para dar à família o conforto de um padrão muito elevado. Ele continua: — Meu filho é atrevido, desrespeitoso. Como aquele menino doce se transformou num jovem irresponsável e violento? Estou em silêncio. Procuro uma razão que possa melhorar aquele relacionamento. Finalmente pergunto: — Sua mulher vai a favor dele? — Não. Há muito tempo que ela saiu de casa. Não quis saber dele para não atrapalh...

Por que o sofrimento humano?

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Tese de Anna Wolff exposta no livro In-Luz. Imagem criada por David Souza para a Equipe Wolff O sofrimento humano surge quando o ser sai do ritmo cardíaco em relação ao ritmo cósmico. É motivado por emoções negativas intensas e transitórias, como: Indignação.  Infelicidade. Injustiça. Mágoa. Medo. Ódio. Raiva. Revolta. Qualquer emoção de carência acelera o ritmo cardíaco. O sofrimento cria marca de dor no inconsciente. Toda vez que se relembra o fato que registrou aquela marca de dor. estamos revivendo as mesmas emoções negativas deflagradoras daquele comportamento cardíaco acelerado.  Ora, o coração trabalhando com mais intensidade, sobrecarrega todas as glândulas. Havendo excesso de funções há estímulos negativos para a frustração, e esta cria recalques.  Estes criam complexos que mudam o comportamento humano, tanto socialmente, culturalmente e espiritualmente. Os recalques e complexos levam o indivíduo a isolar-se, e se entristecer. A tristeza é fé em polaridade in...

O Brasil visto por uma clarividente

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Encontrei esse relato autobiográfico escrito no final de 1996 por Anna Wolff: Fala-se muito em Joana d’Arc: um dia teve um sonho (ou clarividência?) e foi lutar pela França. Teve um destino glorioso embora cruel. Bem eu também fiz o mesmo - mas acho que o mundo mudou - pois não tive glórias e sim desafios. Não tive um destino cruel - mas ingrato. Através de minhas percepções compreendi com exatidão o que hoje é alarde nacional e internacional: a crise, (vizinha do caos) que ameaça o Brasil. Tudo foi uma experiência fantástica! Sai do Espírito Santo (onde estava morando) e fui para Brasília, determinada a falar com o Presidente da República: Presidente João Baptista Figueiredo. Fui numa Kombi velha, sem recursos financeiros, mas movida por uma incrível crença interior! E ainda com meus filhos, todos 3 jovens absolutamente solidários comigo.  Isto sem deixar de exaltar a força sustentadora, que tem sido o meu marido, sempre me apoiando em tudo. A aventura rumo à Brasília foi inac...

Revisitando as verdades de Nietzsche

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Assisti, em 30/03/2026, uma conversa de Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, a respeito de uma mudança que está sendo feita nas redes sociais em que "curtir" não é mais suficiente. São necessários comentários em sequência. E que, na opinião do professor, essa rolagem infinita de comentários, para provocar engajamento atencional, vai transformar este assunto numa conversa fútil infinita, inflacionando a conclusão do raciocínio. O que vai ser valorizado é o comentário em sequência. Assim: "Eu comentei alguma coisa - você reage ao meu comentário - e eu comento em cima". Quando o algoritmo começa a premiar a "conversa que não termina", cada um passa a ter sua opinião, mas ninguém chega a ter uma conclusão . Ou seja, o assunto vai provocar discussões que não acabam mais. Sendo que, nem sempre, quem está provocando as respostas seja alguém humano. Pode acontecer "agentes" que postem conteúdos ambíguos e, com isso, teremos o "princípio da inc...

Estaríamos entrando na era do “faz de conta”?

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Ao pintarmos a realidade com fantasias absurdas – e fazermos dessa fantasia a nossa realidade?  E onde está a verdade? Por que a verdade importa?  Para sabermos a verdade de uma vida dedicada às suas buscas, de como encontrar o próprio caminho – é preciso começar do começo... Faz muito tempo? Sim, e daí? É uma trajetória – vamos compreender essa vida inteira dedicada a encontrar a verdade, da sua própria verdade como ser humano: veja as comprovações aqui .

Estou lendo o livro de Rezzutti: Dom João VI

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Esses dias me perguntaram por que leio tantos livros da Família Imperial.  Após ler mais algumas páginas do livro Dom João VI, confirmo - são pesquisas extremamente bem feitas - pessoas com destino marcante - e que a minha curiosidade hoje pode entender muito melhor sobre aquela vida - do que até mesmo quem convivia com aquele determinado personagem, lado a lado. Como assim? É simples, nas pesquisas minuciosas: tem as cartas - com os sentimentos verdadeiros daquelas pessoas retratadas na biografia. Além disso, as análises históricas embasadas faz-nos ter, também, uma visão de mundo de uma época, além da biografia da própria pessoa.  Artigo da revista Veja, de 1993 Por exemplo: O amor absoluto - irrestrito - de Dom João VI por sua irmã - é comovedor. Um amor de alma para alma, de união de ideias, compartilhamento. Algo que é até mais difícil de ocorrer entre irmãos das famílias de hoje em dia. Então, é um belo exemplo.  E aqui um momento para destacar minha plena admiração...