Einstein e Ema


Veja gravado no Pão de Açúcar o símbolo deste amor! 

O nome Einstein tem um som parecido com a palavra pedra em alemão. Na pedra do Pão de Açúcar pode-se observar na cavidade uma imagem semelhante a uma ema voando, sendo assim, a representação do encontro entre eles. Ema, o amor secreto de Einstein

Banco de dados/ZH

 

A ciência e a nova ciência


Em 18 de abril de 1955, num hospital da cidade americana de Princeton, partiu para a grande viagem um gênio da humanidade: Albert Einstein. A causa aparente – problemas arteriais. A verdade: profunda depressão levou-o aos 76 anos. Legou a este mundo vasta obra no campo da Física. Em um de seus livros comenta: “O que há de incompreensível no mundo – é que este é compreensível”.

Mesmo assim, a decepção que sentiu pelo uso de suas teorias no sentido “bélico” – essa emoção paralisante impediu que o mundo conhecesse a nova teoria do campo unificado. Esta nova teoria já estava inteiramente elaborada em sua mente – bastava escrever!

Disse o físico brasileiro Rogério Cerqueira Leite, quando ainda professor da Universidade Estadual de Campinas: “É importante perceber que qualquer área da física tem uma contribuição dele. A ponto de ser impossível pensar em física sem Einstein!


Sempre um pacifista


Em toda a sua vida, Albert Einstein não deixou de pregar o pacifismo. No fundo ele sentia-se responsável por ter escrito um alerta ao presidente americano sobre possíveis pesquisas alemãs em armamentos.

No livro “Como vejo o mundo”, lançado no Brasil pela Nova Fronteira, ele atribui-se uma responsabilidade. Mas em nada participou do Projeto Manhattan. Embora a aplicação dos conceitos de suas teorias possa ter ocasionado este resultado nefasto.

O conhecimento tanto contribui para engrandecer o ser humano, como também pode ser mal aplicado.

Santos Dumont só pensou em progresso ao imaginar uma máquina que voa!

“A pregação pacifista de Einstein marcou a vida do gênio alemão”, disse o professor Cerqueira Leite. “E chegou a influenciar a posição dos físicos nas sociedades em que estes se organizam. Isto ocorreu também aqui no Brasil”.

Foram as ideias e o raciocínio de Einstein que deram as bases para a concepção do raio laser, muitos anos depois. O laser foi um fator revolucionário em todo o campo de tecnologia.

Em suas reflexões, Einstein comentou: “Aquele que considera sua própria vida e a dos outros sem qualquer sentido é fundamentalmente infeliz”.

 

82 anos depois, Einstein é inocentado de plágio

 

Este foi outro fator que levou Einstein verdadeiramente à depressão. Criar um sistema inédito e simplesmente genial de conceitos, e ser acusado justamente de plágio.

Em 1997, os investigadores Leo Corry, Jürgen Renn e John Stachel conseguiram solucionar esta dúvida lançada por David Hilbert. Leo Corry encontrou a prova de que a primeira versão do artigo científico de Hilbert estava pronta em 6 de dezembro de 1915. E não incluía as famosas equações. O que levava a resultados completamente diferentes. A Teoria da Relatividade, de Einstein, em que ele trabalhou durante 8 anos, foi apresentado o famoso estudo em 25 de novembro de 1915. 

Estes fatos aqui comentados foram publicados na revista Science.


Artigo de jornal escrito por Anna Wolff, que na época usava o pseudônimo H. Murray. Veja: A saga de uma escritora para se tornar reconhecida.

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