O tempo é uma sucessão panorâmica de nossos estados de consciência

Perguntei à minha mãe-escritora: Quais pessoas conheceram a sua mãe?

Ela respondeu: Tio Júlio, irmão do meu pai, Fernando Gomes de Mattos. 


Tio Júlio e sua esposa, Palmira. Ele gostava muito da minha mãe. Foi a unica pessoa que descreveu a morte dela, Marta Hecth Murray, com detalhes. Tia Laura, Geninha (Maria Eugênia), Guilherme (irmão do vovô). Helena (Fifia).


A mãe nasceu em Caxias do Sul, perto de Ana Hecth (ou Hecht). Morreu na Praça General Osório, em Curitiba. 


Eu tinha 3 anos de idade e fui passar uns tempos com Tia Chiquita, que morava em Niterói. Ela tinha duas filhas, Célia e Denise, mas já morreram. Eram da família Guaraná.


(Depoimento de Anna que achei no meu caderninho, escrito em 2010, quando conversamos a primeira vez, no carro, sobre a mãe dela)

O título deste artigo é uma frase da Madame Blavatsky, do seu livro A Doutrina Secreta.

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