Por que o sofrimento humano?

Tese de Anna Wolff exposta no livro In-Luz.

Imagem criada por David Souza para a Equipe Wolff

O sofrimento humano surge quando o ser sai do ritmo cardíaco em relação ao ritmo cósmico. É motivado por emoções negativas intensas e transitórias, como: Indignação. Infelicidade. Injustiça. Mágoa. Medo. Ódio. Raiva. Revolta.

Qualquer emoção de carência acelera o ritmo cardíaco. O sofrimento cria marca de dor no inconsciente. Toda vez que se relembra o fato que registrou aquela marca de dor. estamos revivendo as mesmas emoções negativas deflagradoras daquele comportamento cardíaco acelerado. 


Ora, o coração trabalhando com mais intensidade, sobrecarrega todas as glândulas. Havendo excesso de funções há estímulos negativos para a frustração, e esta cria recalques. 

Estes criam complexos que mudam o comportamento humano, tanto socialmente, culturalmente e espiritualmente. Os recalques e complexos levam o indivíduo a isolar-se, e se entristecer. A tristeza é fé em polaridade inversa, e faz o ser humano ficar negativo. 


O ser negativo fica pessimista e descrente. Esse "pessimismo-insegurança", e "descrença-insegurança" levam-no à desilusão. Aí começa a escalada da descida da espiritualidade. A bebida traz sintonia com seres inferiores ou energias de baixa espiritualidade, ou de seres involuídos.

Tudo isso pode levar o ser humano a uma mudança de comportamento. Sua agressividade negativa pode crescer. Sua fantasia romântica pode aflorar e descambar para o sexo com pessoas de baixo nível, atrasando carmicamente o ser humano. Desse estágio para o campo do tóxico não existem fronteiras. Às vezes as consequências de um ser de bom caráter e índole pode comprometer-se em experiências que o fazem mudar de hábitos, de companhias e de ritmo, não só de vida, como cardíaco.

Enfim, o sofrer é uma mudança do ritmo cardíaco se acelerando em relação ao ritmo cósmico.

Anna Wolff sob o pseudônimo de H. Murray

CÂNCER

CONCEPÇÃO EXTRASSENSORIAL DE H. MURRAY

Causas e Prevenção

O ser humano ao se aperfeiçoar passa por uma série de conflitos. Quando um conflito desses é mais agudo, funciona como uma nota de dissintonia dentro do ser.

Todos os seres humanos emitem uma determinada vibração, como se fosse um som. Podemos inclusive comparar a própria criatura humana, com a família a que pertence, como um som representando um todo, representando por inteiro uma melodia. E a pessoa é o som dentro do som: tal qual um mantra. Assim não pode haver uma nota dissonante dentro da composição do som total emitido. 


Quando algo profundamente agudo fere a sensibilidade da pessoa, processa-se uma modificação de energia, de forma estranha e diferente. Isso atua nos centros de composição dos hormônios. Então há uma descarga muito violenta de um dos hormônios situados na pituitária (hipófise). Essa descarga sendo muito forte, passa por uma série de processos, indo cair dentro da corrente sanguínea, levando para as células uma espécie de carga química. Essa carga química penetra dentro do núcleo da célula fazendo expulsar a parte central do núcleo. É como um disparo atômico. 

Quando uma bomba atômica é deflagrada - o que há é a desintegração do átomo. Dentro do ser humano é como se aquele átomo empurrado provocasse a dissociação do átomo vital da célula - é a expulsão da carga química recebida no núcleo. Dentro da própria célula existe uma composição grupal em termos infinitesimais. 


Dado ao fato de a observação deste fenômeno ter de se processar em escalas extremamente minúsculas, torna-se mais difícil a pesquisa científica. Pois será fundamental a observação do átomo expulso. Este vai para fora procurando funcionar como um neurônio, pois procura um conduto para prosseguir na descarga ou continuação da descarga. Não encontrando, cria um habitat próprio para se defender da invasão da química que foi projetada. As outras células todas ao sentirem aquela expulsão violenta têm seu comportamento alterado. Pois a expulsão é como se fosse quase que uma explosão dentro do organismo. As outras células então percebendo o que está acontecendo, procuram se agrupar e se defender da química que foi projetada. Agrupam-se em si próprias em instinto de defesa. Uma vez agrupadas de forma muito reunida, formam uma lacuna, um espaço - que é o alojamento. Mas tudo isso é compreendido em graus infinitesimais; pequeníssimos. 


Para essa observação, as lentes têm de ter maior amplitude. Assim, antes mesmo da cura do câncer, é necessário o aprimoramento de aparelhos de análise. Apesar de se considerar já ultra aperfeiçoados, ainda não amplia o suficiente para perceber o curso de fenômeno. Inclusive o curso do átomo que se projeta, a defesa grupal e individual das células e sua forma de retraimento. E as condições do espaço que ficou vazio. A célula que, numa expulsão de energia cria um novo meio, um novo habitat, passa a criar um mundo próprio vivendo dentro do próprio organismo aquilo que é estudado no Cosmo como "mundo paralelo". Isto ocorre inclusive até com pessoas altamente espiritualizadas, pois estas também estão sujeitas à conflitos íntimos, dramas de consciência etc. O que é suficiente para o hormônio por descarregado da pituitária. Há outra fonte também capaz de descarregar essa energia química tão grande dentro do corpo. Essa outra fonte é a mudança da energia; quando a pessoa absorve a energia elétrica, eletrostática.

Imagem criada por Lorena Alves para a Equipe Wolff

Na mudança de energia há um poder retentivo muito grande de uma energia errada. Então, quando isto acontece, pode ser também por conflitos ou por pensamentos destrutivos. Isto é o suficiente para quando o hormônio descarregado da pituitária invada outros órgãos e atinja a corrente sanguínea e siga todo o processo - é porque este hormônio está "procurando", vamos dizer assim, estabelecer uma forma de equilíbrio. A finalidade seria fazer o cérebro nutrir-se desta nova carga e assim poder analisar melhor o comportamento ou o que está acontecendo por todo o organismo. Uma vez que o cérebro não pode alcançar, nem compreender isso, considera como uma matéria e aproveita daquele ácido uma milésima parte, infinita milésima parte desse hormônio emitido. Uma vez que o cérebro não consegue aproveitar toda a carga, dá-se a dissintonia. E se esta for muito grande, não conseguirá aproveitar esta carga como força dinamizadora dos pensamentos.


Ora, por isso que um pensamento errado tem acima de tudo à sua projeção como se fossem núcleos cancerosos dentro do cosmo. Porque dentro de um ser humano é a mesma coisa. Uma vez que aquela forma química não é aproveitada pelo ser e desenvolvida. E a maneira de descarregar mais rápido é a corrente sanguínea. Ora, a corrente sanguínea ao transportar essa carga muito danificada atinge a parte, vamos dizer, do organismo que mais se ressentiu. Porque, todo e qualquer conflito emocional, espiritual ou mental é desequilibrante. Os chakras das pessoas vibram ao receber este impacto conflitante.

Ora, aquele chakra que estiver em desvantagem de constituição, vai absorver para o seu sistema toda aquela forma dissintonizante; dali então ele vai distribuir. É por isso que podemos falar em câncer operável, não operável. Dado à forma de distribuição feita no organismo e dessa química elaborada, não aproveitada e descarregada.

Ora, a cura para este tipo de coisa em primeiro lugar, é a harmonização do ser.

Em segundo lugar, práticas especiais que são extremamente simples, mas são práticas harmonizantes e tudo quanto a pessoa tem, são descargas emocionais. Essas práticas (é necessário que sejam feitas realmente) irão equilibrar essas descargas.

Em terceiro lugar, criar em auto transe sintonias de cura. O cérebro estimulado irá deflagrar os hormônios necessários para o equilíbrio do ser.

E finalmente os laboratórios poderão desenvolver sob este raciocínio, estímulos hormonais para ajudar a pituitária a comandar os hormônios para as células como um exército bem comandado.

“In-Vita - Relax Profundo Motivador” proporciona tais sintonias de cura.

In-Vita é de autoria de Anna Wolff.


Ao cientista Miguel Nicolelis, especialista em estudos do cérebro, que pesquisa como o avanço tecnológico do mundo afeta o cérebro e a experiência da vida humana - venha conhecer as pesquisas da Anna Wolff sobre como as emoções afetam o cérebro e a experiência da vida humana.


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