Estou lendo o livro de Rezzutti: Dom João VI
Esses dias me perguntaram por que leio tantos livros da Família Imperial.
Após ler mais algumas páginas do livro Dom João VI, confirmo - são pesquisas extremamente bem feitas - pessoas com destino marcante - e que a minha curiosidade hoje pode entender muito melhor sobre aquela vida - do que até mesmo quem convivia com aquele determinado personagem, lado a lado. Como assim? É simples, nas pesquisas minuciosas: tem as cartas - com os sentimentos verdadeiros daquelas pessoas retratadas na biografia. Além disso, as análises históricas embasadas faz-nos ter, também, uma visão de mundo de uma época, além da biografia da própria pessoa.
| Artigo da revista Veja, de 1993 |
Por exemplo: O amor absoluto - irrestrito - de Dom João VI por sua irmã - é comovedor. Um amor de alma para alma, de união de ideias, compartilhamento. Algo que é até mais difícil de ocorrer entre irmãos das famílias de hoje em dia. Então, é um belo exemplo.
E aqui um momento para destacar minha plena admiração ao
profícuo trabalho de Rezzutti. Todos os seus livros são esmerados - é tão agradável a leitura que não se trata de história - é sim o descortinar de uma vida, seus
propósitos, suas dificuldades.
É sempre bom ler os livros de Rezzutti. Só me admiro o fôlego - como consegue ter essa produção constante? Leio todos. Pois vou indicar um personagem não tão famoso - talvez tenha uma história misteriosa para revelar: a "Dadama" - a ama de leite Dom Pedro II.
| Revista Domingo (Jornal do Brasil), 1989 |
É sempre bom ler os livros de Rezzutti. Só me admiro o fôlego - como consegue ter essa produção constante? Leio todos. Pois vou indicar um personagem não tão famoso - talvez tenha uma história misteriosa para revelar: a "Dadama" - a ama de leite Dom Pedro II.
Agora sim, eu que atiço a curiosidade do escritor: descubra!
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